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domingo, 11 de março de 2012

Macacos me mordam...

"Um velho dito afirma que, se colocássemos infinitos macacos diante de computadores, cedo ou tarde um deles escreveria uma obra de Shakespeare. Para testar a hipótese, cientistas da Universidade de Plymouth, Inglaterra, deram um computador a seis macacos. Em um mês, eles preencheram cinco páginas de texto, quase somente com letras "S". Os teclados ficaram cheios de cocô, algo não previsto pela teoria." (Fonte: revista Super interessante nº 189)
 
- Um ex-professor de geografia - já falecido, inclusive - que eu tive, dizia que se colocasse um macaco com um lápis em uma prova de múltipla escolha junto com a nossa turma, ele tinha certeza de que a maior nota seria do macaco. Ele afirmava que o macaco acertaria mais questões sem pensar do que qualquer um de nós raciocinando em cima das questões que ele criava para as nossas provas, pois nossos próprios raciocínios nos induziam ao erro.


Hoje fiz um concurso público. Português, história e geografia do município e a específica de Psiquiatria estavam fáceis. No entanto, me lembrei da teoria do macaco ao fazer as questões de "noções de administração pública municipal". Na certa um macaco teria mais facilidade  para acertar aquelas questões...!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Preguiça!



Há poucas horas, agora à noite, fui correr. O percurso que faço leva cerca de 1 hora ida e volta. Saio de casa pela “Estrada do Aeroporto”, passo pela 16a Brigada de Infantaria de Selva, onde fica o Posto Médico onde trabalho, daí continuo pela estrada de asfalto até o pequeno aeroporto de Tefé, que é o extremo da cidade, faço meia volta e retorno pra casa. Neste último trecho, com floresta Amazônica de um lado e floreta Amazônica do outro, o que nos faz companhia são os barulhos dos sapos e pererecas, uns sons bizarros que não faço idéia a que bicho pertencem, revoadas de mariposas, morcegos, corujas... e há alguns meses as dezenas de milhares de bezouros, que agora tiraram férias e deixaram a cidade para as nuvens de grilos, que são um tormento quando passamos em cada poste de luz. Respirar de boca aberta é certeza de engolir um deles!

Para minha surpresa, já no trecho perto do aeroporto, tive a felicidade de encontrar uma PREGUIÇA atravessando a rua! Linda! Incrivelmente linda! Uma das cenas mais emocionantes que já presenciei aqui na Amazônia. Cheguei muito perto, e ela simplesmente me ignorou, e continuou, lentamente a engatinhar até o outro lado. Subiu calmamente o meio fio, atravessou a calçada e se embrenhou novamente na selva.

Com mais ou menos 1 metro de comprimento, peluda, de cor amarronzada, braços longos com unhas ou garras muito cumpridas, rosto simpático, aparentava uma miniatura de um pé grande daqueles simpáticos dos filmes da sessão da tarde! Dá vontade de trazer pra casa! Incrível! Belíssimo! Parece um bicho de pelúcia cumprido e sorridente andando em câmera lenta.

Minha única raiva foi não estar com nenhuma máquina fotográfica na hora! Mas achei uma foto no google mais ou menos parecida, na mesma situação:


Pesquisei na Wikipedia algumas informações a respeito da preguiça. Detalhe, que segundo o texto, a preguiça só desce das árvores a cada 7 dias para defecar! Ou seja, eu presenciei o exato momento em que a preguiça estava indo ao banheiro!!!! hahahaha!

Sobre a preguiça:

A preguiça, ou bicho-preguiça é um mamífero da ordem Xenarthra, a mesma dos tatus e tamanduás, pertencente à família Bradypodidae (preguiças com três dedos) ou Megalonychidae (preguiças com dois dedos). (NÃO CONTEI OS DEDOS DELA!)

Todos os dedos têm garras longas pelas quais a preguiça se pendura aos galhos das árvores, com o dorso para baixo. Seu nome advém do metabolismo muito lento do seu organismo, responsável pelos seus movimentos extremamente lentos. É um animal de pelos longos, que vive na copa das árvores de florestas tropicais desde a América Central até o norte da Argentina. Na Mata Atlântica, o animal se alimenta dos frutos da Cecropia (embaúba, conhecida por isto como árvore-da-preguiça)

De hábitos solitátios, a preguiça tem como defesa sua camuflagem e suas garras. Para se alimentar, a Preguiça utiliza-se de "dentes" que se apresentam em forma de uma pequena serra. Herbívoro, tem hábitos alimentares restritos, o que torna difícil sua manutenção em cativeiro. Dorme cerca de 14 horas por dia, também pendurada nas árvores. Na reprodução dá apenas uma cria, e apenas a fêmea cuida do filhote. Reproduz-se, como tudo que faz, na copa das árvores. Raramente desce ao chão, apenas aproximadamente a cada sete dias para fazer as suas necessidades fisiológicas. Urinam e defecam apenas a cada 7 ou 8 dias, sempre no chão. O seu principal predador é a onça-pintada. Apesar de lentas são exímias nadadoras.